Sem o Amor concreto não há reinado

Temos por certo que a escravidão ao pecado é o maior de todos os sofrimentos. De suas entranhas nascem os horrores que bem conhecemos, inclusive o viver tendo ao centro nós mesmos, nossa vontade, “nosso reinado”. Quando olhamos o mundo e o nosso interior, devemos nos encher do mais sincero desejo e compromisso por umaContinuar lendo “Sem o Amor concreto não há reinado”

Fomos criados para a vida

Neste Dia de Finados, assim dizia o padre na homilia: “Nós pensamos na vida, é verdade, porque ela é dom de Deus e nós queremos muito viver. Porém, devemos também pensar na nossa morte, não para nos amedrontarmos, muito menos desesperarmos, porque Jesus já venceu a morte, mas para não se distanciar da consciência deContinuar lendo “Fomos criados para a vida”

Matemáticos e evangelizadores

Aprendi que a teologia, muito mais que a filosofia, faz a pergunta pelo homem, pelo sentido de sua existência, pela sua origem e seu destino, pela verdade sobre si mesmo e sobre o Seu Criador. Aprendi que na teologia a pergunta pelo homem não pode ser formulada autenticamente se não parte do princípio fundamental deContinuar lendo “Matemáticos e evangelizadores”

O dom da maternidade como caminho para a vida

O Salmista canta neste dia: “Vós me ensinais vossos caminhos para a vida; junto de vós felicidade sem limites!” (Sl 15/16). O júbilo e a gratidão aqui expressas, obviamente, são dedicados ao Senhor, o nosso refúgio, aquele fora do qual não podemos achar nenhum bem. Entretanto, essas palavras do salmista não ficam muito distantes daContinuar lendo “O dom da maternidade como caminho para a vida”

Osama Bin Laden, as outras formas de extremismos e a Paz

A notícia da morte de Osama Bin Laden, líder maior da organização terrorista Al Qaeda, responsável direto pelo ataque de 11 de setembro de 2001, foi mesmo uma grande surpresa para os americanos e para o mundo, divulgado pelo presidente norte-americano neste dia, 02 de maio de 2011. Rapidamente as imagens da comemoração dos cidadãosContinuar lendo “Osama Bin Laden, as outras formas de extremismos e a Paz”

Paz a vós ou, simplesmente, shalom!

Bastante significativa e providencial é a meditação do Evangelho de São João 20, 19-31 neste 2º Domingo da Páscoa, também chamado de “Domingo da Misericórdia”, exatamente o dia da beatificação de João Paulo II. Para quem não sabe, este texto bíblico constitui o “mistério cristológico” da Vocação Shalom, ou seja, a Palavra que fundamenta oContinuar lendo “Paz a vós ou, simplesmente, shalom!”

Quando Deus e o homem se abraçaram e se reconciliaram

A fé de Israel apresentada na Septuaginta mostra a harmonia entre Deus e o mundo, entre a razão e o mistério. Proporcionava indicações morais, mas ainda lhe faltava algo. O Deus universal achava-se ainda ligado a um povo determinado; a moral universal estava associada a formas de vida muito particulares, que não podiam ser vividasContinuar lendo “Quando Deus e o homem se abraçaram e se reconciliaram”

Que força é essa que inunda a tua vida?

“Que força é essa que inunda a tua vida? Que força é essa que te leva para o Amor?Sim, essa força tem nome, é Jesus Cristo, E está presente mesmo que não possas ver”. (Canção da Comunidade Shalom). Conversando e observando a vida de algumas pessoas durante esses dias passados, pude fazer essa experiência vivificanteContinuar lendo “Que força é essa que inunda a tua vida?”

O Pai corre, o filho anda! A misericórdia se apressa, o arrependimento caminha!

Compartilho neste texto um pouco da minha meditação e compreensão acerca da rica Liturgia da Palavra deste XXIV Domingo do Tempo Comum (Ex 32,7-11.13-14; Sl 50/51; I Tm 1,12-17; Lc 15,1-32). – Segunda Parte – As parábolas da misericórdia As parábolas da misericórdia constituem o núcleo do evangelho de Lucas. De forma muito simples euContinuar lendo “O Pai corre, o filho anda! A misericórdia se apressa, o arrependimento caminha!”

Não somos filhos do determinismo de Freud

A Pessoa é dom gratuito do amor de Deus. A palavra “gratuidade” tem suas raízes gregas e decorre de “gratidão” (ação de graças / eucaristia). Portanto, o “dar de graça”, exatamente porque tudo “começa no existir”, não é roubar o que a pessoa tem de especial, mas é reconhecer que ela é digna do respeitoContinuar lendo “Não somos filhos do determinismo de Freud”