Bento XVI: 93 anos e uma vida de fé!

A Igreja celebra com alegria neste dia, 16 de abril, o 93⁰ aniversário de Bento XVI (Papa Emérito). As comemorações são apenas online, pois o pontífice está em isolamento social onde vive, Mosteiro Mater Ecclesiae, dentro dos muros do Vaticano. Segundo Vatican News houve uma missa mais solene na capela do mosteiro e o papaContinuar lendo “Bento XVI: 93 anos e uma vida de fé!”

O Papa preocupado…

Tenho lido e observado alguns pronunciamentos do Papa Francisco, especialmente no mês de março, quando tenho visto ali a sua preocupação dupla: o rastro de dor e perdas provocadas pela epidemia que assola o mundo, causando apreensão e angústia, prejuízos humanos e econômicos, como também tenho visto, incisivamente, a sua preocupação com os pobres, osContinuar lendo “O Papa preocupado…”

Na escadaria da fé, esperando o Natal

Durante os dias do Advento muitos de nós estivemos assim, de joelhos a rezar e a esperar o cumprimento das promessas de Deus. Se não pelo gesto físico, mas certamente a maioria procurando viver o dobrar-se dos “joelhos do coração”, o mais importante dos gestos. São tantos pedidos por tantas necessidades, não somente por nós,Continuar lendo “Na escadaria da fé, esperando o Natal”

A conhecida contradição vivencial da fé

“As pessoas continuam indo à igreja, mas a Igreja continua perdendo seu espaço na sociedade pós-moderna”, dizem alguns críticos. É tão complexa e estranha esta análise de que a Igreja “perde espaço” na sociedade. Primeiro: o conceito de espaço na vivência da fé é redefinido quando o assunto é o anúncio do Evangelho ao HomemContinuar lendo “A conhecida contradição vivencial da fé”

Essa vida, que esperamos para depois da morte, é uma realidade!

O Dia de Finados é celebrado, todos os anos no dia 2 de novembro. Desde o século I, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a igreja dedicava um dia do não para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dosContinuar lendo “Essa vida, que esperamos para depois da morte, é uma realidade!”

Digno de elogio

Pelo menos boa parte dos cristãos católicos vem amadurecendo a consciência das suas responsabilidades junto ao processo ético e democrático, ou seja, compreende que a fé não pode estar alheia à política e que diz respeito também ao exercício da justiça no cumprimento dos deveres e na exigência dos direitos, visando sempre o bem comum.Continuar lendo “Digno de elogio”

Quem não quer ouvir primeiro a Deus, nada tem a dizer ao mundo

Não há ação exterior sem contemplação interna, que é a dimensão existencial da fé; entretanto, é perfeitamente possível levar uma vida de contemplação interna sem a ação exterior, porque o ato contemplativo é o que fundamenta constantemente toda ação exterior; é ativo e eficiente, fecundo e missionário acima de todos os empreendimentos visíveis da Igreja.Continuar lendo “Quem não quer ouvir primeiro a Deus, nada tem a dizer ao mundo”

Igreja, adaptação e inculturação

É sempre um desafio falar da inculturação e adaptação às realidades e novidades seculares no que se refere à Igreja. “A Igreja não se adapta, mas se incultura”. O que isso significa? Que ela leva uma mensagem perene, na sua centralidade, que é o Evangelho, por isso não pode mudar a mensagem para corresponder aoContinuar lendo “Igreja, adaptação e inculturação”

Ver a lebre…seguir os passos…

Falando de forma apaixonada do filósofo Kierkegaard (ano de nascimento, 1813) o escritor Jostein Gaarder, na sua célebre obra: o Romance da história da filosofia, “O Mundo de Sofia”, afirma: “kierkegaard observava que a Igreja e a maioria dos cristãos de seu tempo tinham uma posição extremamente evasiva em relação às questões religiosas. E eleContinuar lendo “Ver a lebre…seguir os passos…”

Ressentimentos eclesiais, um veneno mortal!

Por ressentimento eclesial quero me fazer entender ao falar de vomitórios irrefletidos acerca das fragilidades da Igreja, históricas ou atuais, principalmente. Claro que não podemos ficar simplesmente nos diagnósticos, mas, sobretudo, dar luzes e propostas concretas e que alimente a esperança e nova maneira de pensar os limites da Igreja como instituição também humana. PensoContinuar lendo “Ressentimentos eclesiais, um veneno mortal!”