Rápidas

Sou devoto deste homem

Imagem: São José dormindo – 30 de janeiro de 2021

Sou devoto deste homem, que foi marcado pelo pecado e viveu em sua história um grande desafio. A confusão fez parte, em algum momento, de sua vida. Temente a Deus e desejoso de viver na luz, a contrariedade lhe sobreveio de forma dilacerante. Como entender o “aparentemente absurdo” ser desígnio de Deus, ação misteriosa do seu amor providencial? As forças humanas são assim, bastantes limitadas, mas capazes de viverem o altruísmo com tamanha coragem se a luz da fé vier ao coração. Sim, sou devoto deste homem e sempre olho para ele com o desejo sincero de me desfazer dos estereótipos à figura masculina existente em nossos dias e me aproximar mais da vocação de ser homem. São José, rogai por nós!

Eu tentarei consertar você…

30 de janeiro de 2021

Quantas vezes conseguimos o que queremos, mas não é exatamente o que precisamos. É assim a vida, quase sempre! E é verdade que, muitas vezes, perdemos algo que não pode ser substituído. “O amor não é amado”, dizia Francisco de Assis, e, em nossos dias concebemos que podemos amar alguém e o amor ser desperdiçado. Assim dizem os solteiros, namorados e casados. Existem lágrimas na história que perpassam o tempo, mas há sempre uma esperança: tente consertar você, pois os outros não podem fazer isso! Nunca deixe de tentar a mudança e o ressignificado. Você como uma nova pessoa é o segredo!

Os recomeços que nos enchem de esperança e alegria

05 de setembro de 2020

Tudo começou quando o casamento fora desfeito, ficou o filho, a dor emocional e os problemas financeiros. Depois de tentar caminhar sozinha, veio a ajuda profissional, a descoberta do valor pessoal e a decisão de retomar. E lembrei de David em 2Sm 12, 20. Enxugar as lágrimas e recomeçar é o que Deus deseja de nós! O Seu propósito e missão para a nossa felicidade permanece, não obstante nossas perdas. Que o diga David! O que vemos em nossos dias nem sempre segue como deveria e as pessoas sofrem sozinhas e sem sentido. Que a gente possa tirar lição e ensinar aos outros: a vida deve seguir, sempre!

A fé e a cultura enfrentam o terror do fundamentalismo

18 de julho de 2020

Depois do grave incêndio com a Catedral de Notre-Dame, Paris, em abril de 2019, hoje (18/07/2020) foi a Catedral de São Pedro e São Paulo, em Nantes, França, que sofreu com o incêndio. Há desconfiança das autoridades de que se trata de uma ação criminosa. Construída no século 15, o Templo é uma das principais atrações do oeste da França. Tudo isso é lamentável para a fé e a cultura de um povo. Vivemos outros tempos, nos quais o fundamentalismo nas crenças pessoais levam ao horror de não se aceitar quem enxerga o mundo por outro ângulo.

A consciência cristã em tempos desafiantes

4 de julho de 2020

Ao passar dos anos descobri que a consciência cristã não nasce da noite para o dia, que o ato de crer não gera por automático uma vida correspondente às nossas confissões. Aprendi que, apesar das incoerências, infidelidades e pecados (nossos e dos outros), não devemos desanimar e pular da barca. A vida cristã é feita de recomeços, insistência e persistência. A graça se sobrepõe à fraqueza humana. Este é tempo de desafios diversos, quando fé e ciência, amor e ódio, futilidade e sentido de vida se entrelaçam, mas cabe a nós pedirmos a Deus a sabedoria de discernir o trigo do joio e a medida certa de cada coisa

O falso amor dói muito mais que a espera

27 de junho de 2020

Lembro de ter conversado num determinado tempo com uma amiga que, atualmente, está amando outra vez, e ambos felizes. Naquela ocasião me disse: “Amigo, não posso desistir do amor e da felicidade, mas também não posso vivê-lo às pressas pelo medo da solidão. O falso amor dói muito mais do que qualquer espera! Reze por mim!” Quando a vi namorando lembrei da nossa conversa de um dia e sorri de alegria, fazendo uma prece em silêncio por eles. Que aproveitem muito este momento! A “rápida” pra dizer isso pode ser desnecessária, mas também pode ser uma lição pra muita gente.

Valores: sozinhos e acompanhados

20 de junho de 2020

Durante os dias da Pandemia (que ainda não terminou) tomamos consciência de que havíamos voltado ao que parecia mais distante de nós, os relacionamentos, sobretudo familiares. Tivemos tempo para pensar em nossas perdas e aquisições, presenças e ausências, coisas e pessoas valorosas, mas também no que não nos vale a pena, no insignificante e desnecessário. Vimo-nos sozinhos a rezar e pensar; vimos-nos acompanhados e podemos decifrar quais as lições, descobertas e valores estávamos a fazer. Algo renasceu em nós, e espero que isso tenha acontecido com você!

Igrejas fechadas e a reação em nossos dias

13 de junho de 2020

A Pandemia ainda não permitiu a abertura das Igrejas em algumas metrópoles, e uma delas é Fortaleza. Isso tem deixado muita gente “revoltada”, alegando que os bispos estão equivocados, temerosos e acovardados, não escolhendo a fé dos fiéis, mas o que dizem os políticos. Confesso que um misto de sentimentos ocorrem em mim. Pergunte a essas pessoas como andam as transmissões digitais eucarísticas, se estão preocupadas com o bem e a justiça, e se são capazes de viver o que muitos na história viveram quando foram privados dos Sacramentos. Vejo prudência, vejo fé e vejo idiotice e nada de vida católica!

Estamos tristes com os fatos, mas a nossa parte individual ainda faz toda a diferença!

6 de junho de 2020

Com todos esses dias de pandemia no Brasil são muitas as nossas constatações, alegrias e dores. A solidariedade não se calou! No entanto, vemos dolorosamente a mistura de interesses, corrupção, briga política, o sensacionalismo da comunicação, as ideologias se sobrepondo à ciência, os desamparados, os oportunistas e a não condução de uma crise por um gestor político cristão, maduro e comprometido com o povo. Estamos tristes, mas não desamparados! A parte individual ainda faz toda a diferença, pois as ações más não devem intimidar a nossa capacidade de lutar, acreditar e amar. Para isto não temos desculpas!

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