Deus sempre vai além da nossa indiferença




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O cardápio moderno da crise moral e ética, da repulsa a tudo o que causa desconforto por exigir o mínimo de sacrifício e renúncia, atinge de cheio também o aspecto religioso. A “sociedade líquida” tenta fazer dos valores cristãos um objeto estranho, algo que também se dilua cada vez mais do coração. Quando o coração se vê assim ferido naquilo que lhe é mais precioso, a sua fé e relação com o Deus vivo, certamente sente o peso da solidão e do caminhar às apalpadelas, sem um norte seguro. Daí que nós, os cristãos, perguntamo-nos: como encarar as adversidades da vida e as próprias limitações, fracassos e perdas se não temos mais a direção, a confiança e a certeza de que Deus não é uma ilusão, mas uma realidade tão concreta como o nosso existir, que se relaciona conosco e participa de nossas dores e alegrias? Porém, Deus é Deus. Ele ultrapassa nossas especulações mentais e vai além do nosso pessimismo e indiferença ao Seu amor. Deus continua nos conquistando porque deseja a obra de suas mãos, dela nunca se afasta. Ele não abandona o fruto de suas entranhas. Como é maravilhoso caminhar nesta fé jamais ilusória, jamais amuleto. Aquilo que se dilui do coração certamente esteja destituído de uma base sólida. Ou esta não esteja sendo devidamente protegida. É bem verdade que os tempos atuais não carecem de religiosidade, mas de mística, de intimidade, de amizade, o que é traduzido pela Igreja como seguimento a Jesus Cristo. Mas Cristo venceu a morte e a Sua salvação continua a operar. Nós, os que dizemos ser “seguidores de Jesus” devemos, pelo testemunho e pela palavra, quebrar a barreira da indiferença e do medo mostrando exatamente que Deus sempre vai além, não para provar que existe, mas que nos ama.
Antonio Marcos

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